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EXPERIMENTOS



ARTE, FILOSOFIA E CIÊNCIA

Derrida foi precursor de uma reflexão crítica sobre a filosofia e seu ensino. Isso o levou a criar, em 1983, o Colégio Internacional de Filosofia, presidido por ele até 1985.A psicanálise tinha uma importância central em sua obra.

Para Derrida, a idéia freudiana do inconsciente revolucionara a filosofia e costumava citar o conceito freudiano de "posterioridade" ("Nachträglichkeit" ou "aprés-coup"). Segundo Freud, há a possibilidade de transformação do passado ao se dar um novo significado às recordações. Ao questionar os conceitos de verdade e de memória, Jacques entendia que Freud propunha um problema filosófico de magnitude inédita.

Foi o criador do método chamado de desconstrução. Segundo esse sistema, não se trata de destruir e sim de decompor os elementos da escrita para descobrir partes do texto que estão dissimuladas. Essa metodologia de análise centra-se apenas nos textos. Em seguida, Derrida criou outros dois conceitos: a indecidibilidade, que mostra a impossibilidade de determinar aquilo que é forma no texto ou fundo ideológico; e o conceito de "diferença", que parte da análise semântica dos dois sentidos do infinito latino differre (diferir): o primeiro, remete para o futuro (tempo), o segundo para a distinção de algo criado pelo confronto.







SIMETRIA DINÂMICA

Princípio universal - Esse tipo de simetria não é exclusivo do código genético. É bem semelhante à da tautomeria, fenômeno que faz duas moléculas com os mesmos componentes terem propriedades diferentes conforme as posições de grupos específicos de átomos. As comparações vão além: "A noção de simetria", diz Hornos, "é tão antigaquanto a cultura humana. Os maias nunca viram nada dos egípcios, mas adotaram a mesma noção de simetria quando construíram suas pirâmides". Arte suméria, arquitetura tailandesa ou árabe, nas artes de todos os povos em todos os tempos está presente a simetria, um princípio universal.O trabalho acena com perspectivas de aplicação na medida em que representa cadacódon por uma série de números, correspondentes a suas coordenadas numa figura geométrica tridimensional que descreve a diferenciação do código genético. É uma espécie de carteira de identidade, que, segundo Hornos, pode ajudar na busca das conseqüências biológicas do modelo, medidas, por exemplo, de modo ainda puramente especulativo, pela produção de proteínas anormais que causem doenças.Como todo modelo, esse dá algumas respostas, mas não diz tudo. Persiste uma dúvida essencial: o que provoca a quebra de simetria, que faz com que o código genético se diferencie? A resposta talvez demore um pouco.




ARTE GESTUAL




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